Tecnologia para um processo de cremação humanizado

No ambiente das empresas funerárias, cemitérios e crematórios, os desafios não se limitam à gestão empresarial tradicional. Nessa área de atuação, os aspectos emocionais mais profundos do ser humano precisam ser compreendidos e atendidos. É uma característica própria desse segmento.

Essa "normalidade" não pode ser confundida com "padronização", que aparenta flertar com o conceito da apatia. Existe grande investimento no desenvolvimento dos profissionais do ramo para reduzir os riscos da apatia. Este é um sentimento perigoso, pois quando falta a devida humanização do processo, as consequências se irradiam, amplificando o sofrimento dos envolvidos. A conta desse prejuízo é cobrada imediatamente. O prestador do serviço paga o preço na sua imagem e em seu resultado.

Ao mesmo tempo, para ter bom desempenho, o negócio precisa ter eficiência operacional. Trata-se de uma verdade universal. A eficiência traduz-se em realizar mais com menos recursos. Obter ganho de escala, processando maior volume no mesmo período. Parece um caminho perigoso para quem quer atender com excelência.

Na verdade, não há necessariamente um conflito entre as duas situações. É possível sim ter uma operação eficiente com atendimento humanizado. Tanto a tecnologia, quanto a padronização e a automatização não são inimigas da humanização. Nem amigas. São conceitos neutros. São apenas ferramentas que podem potencializar os resultados positivos ou negativos.

Na indústria mundial é disseminado o conceito de Lean Manufacturing, ou Manufatura Enxuta, que foca na identificação e mitigação dos desperdícios. Ainda que o tema permita amplo aprofundamento, a verdade é que o Lean Manufacturing pode e vem sendo aplicado na área de serviços. Existe uma lógica inegável que analisa o que realmente é valioso para o cliente, sendo que as demais situações podem ser categorizadas nos desperdícios. É fácil identificar que o tempo necessário ao atendimento de excelência é algo extremamente valioso. Da mesma forma, é evidente que um processo cadastral moroso e que exige informações além das necessárias não agrega valor.

Qualquer ferramenta tecnológica que permita ampliar o sentimento de segurança da família, de que o seu atendimento está em mãos responsáveis, conforta. A percepção de que a comunicação interna da empresa é fluida, que todos demonstram compreender o que e quando precisa ser feito, conforta. Toda percepção de que os materiais, produtos e equipamentos disponíveis são de qualidade assegurada e reduzem os riscos de qualquer infortúnio ocorrer durante os momentos insubstituíveis que este ramo presta, conforta.

Estamos passando por um momento aparentemente único de mudanças nesse segmento. A disseminação dos conceitos do Processo Humanizado demonstram a preocupação genuína em buscar a excelência no atendimento. Muito além da necessidade de conformidade aos "conceitos modernos" de mercado. Está ocorrendo uma importante mudança na compreensão do próprio impacto social de todos os agentes envolvidos nesse ramo. Ou seja, estamos começando a assimilar o potencial dos efeitos das nossas ações que irradiam em cadeia. Ao mesmo tempo em que uma família possa estar passando por um intenso sofrimento, temos a possibilidade de influenciar positivamente. Isso é um belo e exclusivo privilégio. É também uma característica própria desse segmento.

Diogo Gustavo Jung

Diretor da JUNG 

Sobre a JUNG

Referência em tecnologia para processos térmicos, a JUNG tem a inovação em seu DNA. Com quase quatro décadas de atuação, a JUNG desenvolve projetos voltados às indústrias de tratamento térmico, fundição de alumínio e outros não ferrosos, laboratórios de CQ e P&D&I, etc., além da exclusiva tecnologia para cremação.

Seu parque fabril está localizado em Blumenau, Santa Catarina, com três unidades produtivas e cerca de 70 colaboradores. Em seus 39 anos de história, já produziu mais de 10 mil produtos para todas as regiões do Brasil e também exterior. Em 2015, a JUNG ampliou sua atuação internacional com a abertura de uma unidade nos Estados Unidos, na Flórida.

Para mais informações acesse: www.jung.com.br

Tags: cremação, humanização, tecnologia

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