Chapa Aquecedora Vitrocerâmica Laboratorial | Placa de Aquecimento | JUNG
A Chapa Aquecedora Vitrocerâmica JUNG (chapa aquecedora de vidro ou placa de aquecimento, como é também conhecida) aquece amostras até 500 °C sobre uma superfície de vitrocerâmica perfeitamente plana, isenta de elementos metálicos — o que elimina a corrosão que limita as chapas tradicionais de aço inox ou alumínio. Conhecida também como placa de aquecimento ou chapa aquecedora de vidro, atinge a temperatura máxima em cerca de 10 minutos e suporta choque térmico sem trincar, mesmo em contato com gelo enquanto quente.
Fabricada no Brasil com tecnologia própria e 2 anos de garantia (o dobro do padrão de mercado), está disponível em 5 áreas de aquecimento (de Ø180 mm a 600×430 mm) e três configurações de controle, para se adequar ao seu processo:
Painel integrado — controle digital direto na bancada, para uso geral.
Painel separado — controlador embutido no móvel, afastado da superfície aquecida, ideal para capela de exaustão e processos que exigem mais segurança.
Totalmente vitrocerâmica — estrutura 100% vitrocerâmica para processos ultracorrosivos.
Encontre respostas rápidas às perguntas mais frequentes sobre este produto aqui.

Descrição
Por que escolher a chapa aquecedora JUNG
Superfície que não corrói nem trinca Diferente das chapas de aço inox ou alumínio, a superfície vitrocerâmica resiste a ambientes ultracorrosivos e a choques térmicos sem rachar — garantindo vida útil longa mesmo em rotinas intensas de laboratório.
Controle digital PID com precisão Controlador microprocessado com função PID para uma rampa e um patamar, leitura por termopar (pirômetro) blindado. Opcionalmente, um indicador digital independente mede a temperatura diretamente na amostra, e não apenas na superfície.
Baixo consumo e mínima manutenção Componentes de alta qualidade e tecnologia avançada reduzem o consumo de energia e a necessidade de manutenção — o motivo pelo qual a JUNG oferece 2 anos de garantia.
Informações Técnicas
Características
- Controle digital microprocessado com função PID para uma rampa e um patamar.
- Temperatura máxima de 500 °C entre o vidro e as resistências.
- Estrutura em aço inoxidável (exceto modelo totalmente vitrocerâmico) com alta resistência à corrosão.
- Elementos de aquecimento e componentes de alta qualidade para garantir longa vida útil ao produto.
- Superfície vitrocerâmica isenta de elementos metálicos.
- Resistente a choques térmicos.
- Termopar (pirômetro) blindado.
- Baixo consumo de energia.
- Garantia de 2 anos.
Chapas Aquecedoras Vitrocerâmicas JUNG com estrutura em inox - Controle Digital
| Modelo | Área de Aquecimento (mm) | Potência (kW) | Rede | Dimensões Externas (mm) |
|---|---|---|---|---|
| L x C | AxLxC | |||
| CV110AP | Ø180 | 1,8 | 220V | 133x290x250 |
| CV210AP | 340x220 | 2,2 | 220V | 130x520x300 |
| CV310AP | 500x300 | 3,3 | 220V | 130x700x400 |
| CV410AP | 400x430 | 4,4 | 220V | 130x600x520 |
| CV510AP | 600x430 | 5,5 | 220V | 130x800x520 |
Chapas Aquecedoras Vitrocerâmicas JUNG com estrutura em inox - Painel separado com controle digital
| Modelo | Área de Aquecimento (mm) | Potência (kW) | Rede | Dimensões Externas (mm) |
|---|---|---|---|---|
| L x C | AxLxC | |||
| CV210EP | 340x220 | 2,2 | 220V | 165x420x300 |
| CV310EP | 500x300 | 3,3 | 220V | 165x600x400 |
| CV410EP | 400x430 | 4,4 | 220V | 165x500x490 |
| CV510EP | 600x430 | 5,5 | 220V | 165x700x500 |
Chapas Aquecedoras Vitrocerâmicas JUNG com estrutura totalmente vitrocerâmica - Controle Digital
| Modelo | Área de Aquecimento (mm) | Potência (kW) | Rede | Dimensões Externas (mm) |
|---|---|---|---|---|
| L x C | AxLxC | |||
| CV210VP | 340x220 | 2,2 | 220V | 206x420x300 |
| CV310VP | 500x300 | 2,2 | 220V | 206x600x400 |
| CV410VP | 400x430 | 4,4 | 220V | 206x500x490 |
Nota:
Dimensões externas aproximadas. Caso exista limitação de espaço onde a chapa aquecedora será colocada, o consultor deverá ser informado. Dimensões com base nos modelos com estrutura em Inox - não se aplica em estrutura externa 100% vitrocerâmica e para chapas aquecedoras com painel separado.
Aplicações
A chapa aquecedora vitrocerâmica JUNG é usada em ensaios laboratoriais, PD&I de materiais e processos, aquecimento e evaporação de soluções, preparação e secagem de amostras, e reações químicas que exigem controle preciso de temperatura. A resistência à corrosão a torna especialmente indicada para processos químicos agressivos em que chapas convencionais se degradam.
Processos
Ensaios Laboratoriais
Ensaios laboratoriais englobam os mais variados processos e podem ter como objetivo conhecer o comportamento térmico dos materiais, entender sobre sua estabilidade térmica, composição, condições gerais etc.
PD&I de Materiais e Processos
Tanto os processos de ensaios laboratoriais quanto a pesquisa e o desenvolvimento de materiais e processos necessitam aquecimento, precisão e confiabilidade. Para PD&I de materiais e processos é imprescindível contar com equipamentos de excelente homogeneidade e controle de temperatura.
FAQ
Qual é a diferença entre a chapa aquecedora laboratorial com superfície vitrocerâmica e as chapas tradicionais?
R: A principal diferença é que a superfície de contato vitrocerâmica possui alta durabilidade para realizar aquecimentos até 500 °C. O vidro especial permite o uso em diversos processos, inclusive em ambientes corrosivos, onde as chapas tradicionais não suportam a oxidação.
Qual é a temperatura máxima da Chapa Aquecedora Vitrocerâmica JUNG?
R: Um dos grandes diferenciais dos modelos de Chapa Aquecedora JUNG é alcançar até 500 °C no controlador do equipamento, e em torno de 400 ºC na superfície de aquecimento. Isso acontece porque o termopar que faz a medição de temperatura fica bem próximo das resistências.
A temperatura indicada no controlador é igual à temperatura da amostra?
R: Nem sempre. O sensor de temperatura fica localizado próximo às resistências, podendo haver diferença entre a temperatura indicada no controlador e a temperatura real da amostra. Para maior precisão, recomenda-se monitorar diretamente a amostra durante o processo.
Qual é o tempo que a Chapa Aquecedora JUNG leva para chegar na temperatura desejada?
R: A Chapa Aquecedora Laboratorial atinge a temperatura máxima de 500 °C em aproximadamente 10 a 30 minutos após ser ligada, variando conforme o modelo. Para temperaturas inferiores, o tempo de aquecimento será proporcional à temperatura programada.
Quais processos podem ser realizados em uma Chapa Aquecedora Vitrocerâmica JUNG?
R: Pode ser usada para digestão de amostras, evaporação, aquecimento de soluções, pré tratamento de materiais, processos químicos, controle de viscosidade e análises laboratoriais diversas.
A superfície permanece quente após o desligamento?
R: Sim. Mesmo após o desligamento da chapa, a superfície pode permanecer aquecida por determinado período devido à retenção térmica do material vitrocerâmico.
Para ambientes agressivos ou processos extremamente corrosivos (ácido sulfúrico, nítrico, óxidos etc.), qual modelo de Chapa Aquecedora deve ser usado?
R: Os modelos totalmente vitrocerâmicos possuem alta resistência a substâncias corrosivas e ambientes mais agressivos, sendo a opção mais adequada para este tipo de processo. A JUNG disponibiliza os modelos VP (totalmente vitrocerâmica com painel integrado) e VEP (totalmente vitrocerâmica com painel separado).
Qual é a vantagem da Chapa Aquecedora Vitrocerâmica com painel separado?
R: Estes modelos são adequados para uso laboratorial dentro de capela de exaustão ou em processos que exigem mais segurança durante o uso. O painel pode ser embutido no móvel do laboratório, afastado do espaço em que o processo acontece, proporcionando maior fexibilidade de instalação e operação.
Sobre o opcional "indicador digital para medição de temperatura", como ele funciona?
R: Este opcional pode ser adquirido junto ao equipamento para realizar a medição da temperatura diretamente na amostra, permitindo um controle mais preciso do processo. Por se tratar de um sistema independente, pode ser utilizado em qualquer modelo. O conjunto inclui termopar, controlador separado e suporte para posicionamento do termopar próximo à amostra durante a análise.
Qual a tensão disponível e como a feita a ligação na rede de energia?
R: Os equipamentos são fabricados em 220 V, mono/bi. Conforme o padrão brasileiro, os modelos CV110, CV210 e CV310 já acompanham plugue elétrico integrado. Já os modelos CV410 e CV510 não possuem plugue devido à sua maior potência elétrica, permitindo que a ligação seja realizada diretamente na rede elétrica ou através de plugues industriais adequados à instalação.
A JUNG possui assistência técnica e peças de reposição?
R: As Chapas Aquecedoras JUNG possuem 02 anos de garantia contra defeitos de fabricação.
Quais segmentos podem utilizar a Chapa Aquecedora JUNG?
A Chapa Aquecedora JUNG é indicada para diferentes segmentos industriais e laboratoriais que necessitam de aquecimento controlado, preparo de amostras e análises térmicas com precisão e segurança. O equipamento pode ser utilizado em laboratórios químicos, indústrias de mineração e metalurgia, estações de tratamento de água e efluentes, indústria de fertilizantes, alimentícia, cosmética e farmacêutica, além de universidades, centros de pesquisa e laboratórios de controle de qualidade. Graças à sua versatilidade, a chapa aquecedora laboratorial atende aplicações em pesquisa científica, controle de processos, desenvolvimento de produtos e rotinas analíticas.
A chapa aquecedora pode ser utilizada em capela de exaustão?
Sim. A chapa aquecedora laboratorial pode ser utilizada sob capela de exaustão, especialmente em processos que geram vapores, gases, fumaças ou partículas durante o aquecimento de substâncias e amostras. A capela de exaustão é um equipamento de segurança laboratorial projetado para captar e remover contaminantes do ambiente, contribuindo para maior proteção do operador e melhor controle das condições de trabalho em análises químicas, preparo de soluções e outros procedimentos laboratoriais.
Quais recipientes podemos colocar sob a superfície de aquecimento?
R: A superfície vitrocerâmica da SCHOTT (SCHOTT CERAN®) pode trabalhar com diversos tipos de recipientes, desde que possuam base plana e estável para melhor transferência térmica e menor risco de danos na superfície.
Os recipientes mais indicados são:
• Recipientes em vidro borossilicato
• Recipientes cerâmicos resistentes ao calor
• Vidrarias laboratoriais compatíveis com aquecimento.




